ESPIRITISMO E POLÍTICA
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Blog destinado a discussão de temas relacionados à Doutrina Espírita e atualidades.
ESPIRITISMO E POLÍTICA
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Aylton Paiva – paiva.aylton@terra.com.br
Nestes
dias, Judeus e Cristãos fazem a comemoração do dia da Páscoa.
A mais
antiga é a comemoração judaica.
Relembra-se
a história do povo judeu libertando-se do jugo egípcio e evoca-se, então, a
saga de sofrimento desse povo para alcançar a liberdade e a busca da sua terra
prometida.
A
liberdade.
A
comemoração cristã é a alegria manifesta pelo reaparecimento de Jesus após a
sua morte pela crucificação, após humilhações e torturas perpetradas contra ele
por judeus e romanos.
A
imortalidade.
Para esses
dois temas o Espiritismo nos leva a profundas reflexões.
A
liberdade.
A liberdade
depende da fraternidade e da igualdade.
Onde houver
uma convivência fraterna, exteriorizada em amor e respeito, acatando-se o
direito do próximo, haverá a prática da justiça e consequentemente existirá
liberdade.
O egoísmo
que tudo quer para si, e o orgulho, a expressar o desejo de domínio, são inimigos da liberdade.
É
importante o desenvolvimento da capacidade de pensar, pois é através dela
que poderemos conhecer a nós mesmos e ao mundo em que
vivemos.
Pelo
pensamento desfrutaremos de liberdade ilimitada, o que deve ajudar-nos nesse
conhecimento.
Essa
compreensão deve amparar-nos a ação no
sentido de, através da liberdade, desenvolvermos a fraternidade, a igualdade, a
justiça e o amor.
A nossa
convivência na sociedade nos impõe limites à liberdade. Esse relacionamento
atribui-nos direitos e impõem deveres.
Após a
crucificação Jesus ressurge – a imortalidade!
Sem dúvida,
mais um grande exemplo de Jesus.
A
imortalidade nos remete a outra ( ou outras ) dimensões da vida.
A concepção
da nossa imortalidade produz em nós
poderosa força para vencermos as dificuldades, dores, sofrimentos e decepções.
Sem a
imortalidade do ser humano, a própria vida não teria sentido se a analisarmos
pelos prismas da justiça e do amor Divino.
Com a sua
imortalidade, Jesus nos oferece a compreensão de que a vida não se prende
apenas ao seu aspecto material.
Limitada ao
restrito campo da materialidade a vida perde o seu sentido e a sua beleza,
levando-nos ao medo, ao terror do desaparecimento absoluto, sem avaliação de
méritos ou deméritos.
Com a visão
espiritual da vida sabemos e sentimos que estamos em um constante crescimento
de nossas potencialidades.
Com a
imortalidade a vida tem um sentido
maravilhoso e profundo significado.
Comemoremos,
assim, a imortalidade com a responsabilidade da liberdade na construção da
verdadeira felicidade individual e coletiva.
Páscoa –
liberdade na vida, com o poder da
imortalidade.
Aylton Paiva – paiva.aylton@terra.com.br
Neste
ano haverá eleições para os cargos de deputados estaduais, deputados federais e
senadores, no Poder Legislativo e governadores e presidente do Brasil no Poder
Executivo.
O
panorama no campo dos eleitores está complicado e confuso.
Há
candidatos, postulantes a esses cargos, cuja ideologias vão da extrema direita à
extrema esquerda.
O
que significa isso?
Os valores da
extrema direita estão impressos no Fascismo, cujo representante mais conhecido
foi Mussolini, na Itália, e mais radical que este foi o Nazismo, na Alemanha,
com Adolfo Hitler. Por outro lado, há o Comunismo, implantado nas Republicas
Socialistas da União Soviética, por Vladimir Lenin.
Nessa
gradação de valores das duas correntes, há pessoas que se dizem espíritas e
optam pela extrema direita ou extrema esquerda.
Então,
há que se indagar: o espírita pode ser fascista ou comunista?
Para
responder é necessário conhecer os valores Éticos dessas duas corrente e os
valores Ética Espírita.
Os
valores da Doutrina Espírita estão contidos em O livro dos espíritos, de Allan
Kardec, na sua 3ª Parte – Das Leis Morais.
Alguns
desses valores éticos:
·
Adoração a Deus é fazer o bem e evitar o mal (questão
nº 654).
·
Trabalho é toda ocupação útil. (questão nº 675).
·
Uso dos bens da Terra é um direito de todos os
homens. (questão nº 711)
·
O relaxamento dos laços de família é uma
recrudescência do egoísmo. ( questão nº 775).
·
O maior obstáculo ao progresso são o orgulho e o
egoísmo. (questão 785)
·
Perante Deus todas as pessoas são iguais. Deus
fez suas Leis para todos. (questão nº 803)
·
A desigualdade das condições sociais não é obra
de Deus, mas das pessoas (questão nº 806)
·
A desigualdade das riquezas é fruto da
diversidade das faculdades e da velhacaria e do roubo. ( questão nº 808).
·
São iguais perante Deus o homem e a mulher e têm
os mesmos direitos. Deus outorgou a ambos a inteligência do bem e do mal e a
faculdade de progredir. ( questão nº 817)
·
Desde
que estejam juntas duas pessoas haverá entre elas direitos recíprocos que lhes
cumpre respeitar, portanto não gozam de liberdade absoluta. ( questão nº 826)
·
A
Justiça consiste em cada um respeitar os direitos dos demais. (questão nº 875)
·
Os
direitos são estabelecidos pela lei humana e a natural (Divina). (questão
nº 875 a)
·
A
legítima propriedade é a que foi adquirida sem prejuízo de outrem. (questão nº
884)
Os valores
da Ética Espírita, acima listados, devem ser analisados no comportamento
daquelas pessoas, que se dizem espíritas, e que se candidatam a cargos eletivos,
nos Poderes: Legislativo e Executivo. Não só pelo que falam, sobretudo, pela
conduta que têm em todas as situações da vida em sociedade.
O Mestre
Jesus disse:” Amai-vos uns aos outros”. Então esse compromisso não será apenas
entre as pessoas, também, como amor solidário à sociedade.
Fora desse parâmetro a pessoa, mesmo que se
diga espírita, terá opiniões pessoais em sua análise sobre os candidatos, às
vezes até opostas a Ética Espírita.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
O livro dos
espíritos, de Allan Kardec, Ed. FEB.
Nestes dias que sentimos um clima de maior
fraternidade.
Que
as pessoas se aprestam para as compras, na tão esperada troca de presentes em
família.
Que
as casas se enfeitam e nelas soam as vibrações de alegria.
É
a época da celebração do Natal de Jesus.
Então
vale lembrar suas mensagens nas reflexões de Emmanuel, psicografadas por
F.C.Xavier.
“Glória
a Deus nas alturas, paz na Terra e voa vontade para com os Homens”.– Lucas
2:14.
A
legiões angélicas, junto à Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não
apresentaram qualquer ação de reajuste violento.
Glória
a Deuis no Universo Divino.
Paz
na Terra.
Boa
vontade para com os Homens.
O
Pai Supremo, legando a nova era de segurança e tranqüilidade ao mundo, não
declarava o Embaixador Celestes investido de poderes para ferir ou destruir.
Nem
castigo ao rico avarento.
Nem
punição ao pobre desesperado.
Nem
desprezo aos fracos.
Nem
condenação aos pecadores.
Nem
hostilidade para com o fariseu orgulhoso.
Nem
anátema contra o gentio inconsciente.
Derramava
o Tesouro Divino pelas mãos de Jesus, para o Serviço da Boa Vontade.
A
justiça do “olho por olho” e do “dente por dente” encontrara, enfim, o Amor
disposto à sublime renúncia até à cruz.
Homens
e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo
inexprimível...
Daquele
inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.
O
algoz seria digno de piedade.
O
inimigo converter-se-ia em irmão transviado.
O
criminoso passaria à condição de doente.
Em
Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em Sídon, os
escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em
Jerusalém, os enfermos não sofreriam relegados ao abandono nos vales de
imundície.
Jesus
trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou,
vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.
Irmão,
que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o
Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.
Natal!
Boa Nova! Boa Vontade!...”
Esses
conceitos trazem elementos para a renovação nas relações entre as pessoas
e os povos para a construção de um mundo de paz e justiça.
Aylton Paiva – paiva.aylton@terra.com.br
“As pessoas progressistas se depararam na ideia espírita poderosa alavanca e o
Espiritismo achará, nas pessoas, espíritos inteiramente dispostos a acolhê-lo.”
(Kardec, A Gênese, cap. XVIII, it. 24)
É
comum ouvirmos no meio espírita as frases: “ Não se pode tratar de política no
centro espírita”, “ O Espiritismo nada tem a ver com a política”.
São
compreensíveis e justas essas afirmações quando a pessoa está considerando a
política no seu aspecto de política partidária executiva e legislativa
exercidas por pessoas de mau caráter. É o que se chama de “politicalha”.
No
entanto, precisamos considerar que a palavra política tem vários significados:
1.
A arte e a ciência da administração justa
para o Bem comum.
É o conjunto de conhecimentos sobre a administração
pública e as técnicas para a sua aplicação.
2.
Partidos Políticos: no processo
democrático, é a organização das pessoas em torno de objetivos comuns para a
governança da sociedade.
3.
Poderes: nesse sentido, temos organização
dos Poder Legislativo pela constituição dos cargos: vereador, deputado estadual, deputado
federal e senador e Poder Executivo com os cargos: prefeito, governador
e presidente da república federativa do Brasil.
Esses cargos são assumidos por pessoas que são votadas
secretamente pelo povo.
O
que causa indignação geral, e mesmo decepção, é o uso desses cargos por pessoas
de mau caráter, sem ética, cujos atos estão sempre voltados para o próprio
interesse, muitas vezes de forma criminosa.
Por
isso muitas pessoas repudiam a “política”, que, em verdade, é a “politicalha”,
ou seja, o uso do cargo de forma indevida, desonesta e até criminosa.
No
entanto, a sociedade precisa ser governada e o regime democrático, embora não
perfeito, é o melhor que se tem até o momento.
Vivemos,
como cidadãos, em sociedade. O espírita como cidadão vive em sociedade e da
sociedade deve participar. Uma das suas atribuições é votar e, também podendo
ser votado a cargos que aspire.
Para fazer
isso, com consciência e honestamente, o espírita precisa conhecer os valores
morais, éticos, para essas ações. Consequentemente, o conhecimento da Política
como ciência e arte da administração justa é fundamental.
Ele
encontra esses valores na Filosofia Espiritualista Espírita, que estão
inseridos em O Livro dos espíritos, de Allan Kardec, na sua 3ª Parte – Das Leis
Morais.
Portanto,
nesse aspecto a Política pode e deve ser estudada no centro espírita a
fim de que o espírita seja um cidadão consciente e responsável pela sociedade
em que está vivendo.
Será
eleitor consciente e responsável e, podendo, da mesma forma, pleitear cargos
nos Poderes Legislativo e Executivo.
O
que não poderá ser trazido ao centro espírita e ao movimento espírita é
a política partidária, com citação de partidos e nomes de candidatos.
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
SE CONCORDAR,
COMPARTILHE, DIVULGUE. SEJA ATIVO NO BEM.
Aylton Paiva – paiva.aylton@terra.com.br
Se a
regeneração dos seres faz necessária a destruição, por que os cerca a natureza
de meios de preservação e conservação?
- A fim de
que a destruição não se dê antes do tempo. Toda destruição antecipada obsta ao
desenvolvimento do princípio inteligente. Por isso foi que Deus fez que cada
ser experimentasse a necessidade de viver e de se reproduzir.” Q. 729 de O
livro dos espíritos, de Allan Kardec).
Os Mentores Espirituais esclareceram
a Allan Kardec que a destruição pode ser entendida, também, como lei da
Natureza: ... Porque o que se chama de destruição não passa de uma transformação
que tem por fim renovação e melhoria dos seres vivos” ( Questão nº 728 de O
livro dos espíritos).
O Espíritos
demonstraram que o mecanismo do equilíbrio entre a destruição e a conservação é
possível.
Por necessidade de alimentação os seres vivos
destroem-se reciprocamente e, desta maneira, alcançam dois objetivos:
equilíbrio e manutenção na reprodução e utilização da matéria que sofreria a
destruição. O importante é que a destruição não se dê antes do tempo, pois toda
destruição antes do tempo cria dificuldades ao progresso do princípio
inteligente.
Constatamos,
então, verdadeiro jogo de forças da natureza
para, de forma sábia, manter o necessário equilíbrio entre a conservação
e a destruição dos seres.
Contudo,
muitas vezes, o equilíbrio é rompido quando os seres humanos, em ação egoísta
sobre a natureza, destrói plantas, animais e, mesmo humanos, de maneira inútil,
cruel e desnecessária.
Advertiram
os Espíritos Superiores :” ... Toda
destruição que excede os limites da necessidade é uma violação da Lei de Deus.”
( Questão n. 735 de O livro dos Espíritos.)
Entre as
formas de destruição encontram-se os flagelos sociais. Será possível eliminar
tais flagelos para evitar tantos sofrimentos às pessoas e prejuízos para a própria natureza?
O
Espiritismo assevera ser possível , todavia, esclarece que muitos desses
desastres físicos e sociais resultam da imprevidência humana.
Há, pois,
necessidade de o ser humano organizar a sociedade de forma previdente, somando
conhecimentos e experiências, encontrando a solução dos males ao remover ou
diminuir suas causas. Isso poderá ser feito com as contribuições da Ciência e
das técnicas.
Quanto aos eventos
danosos que escapam à possibilidade de controle deverá usar sua inteligência
para compreendê-los ,cada vez mais, para encontrar as soluções.
Dentre os
flagelos produzidos exclusivamente pelos humanos, destaca-se o monstro terrível
da guerra. Não obstante, a Doutrina Espírita diz que a guerra desaparecerá da
face da Terra (...) quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a
Lei de Deus. Nessa época, todos os povos serão irmãos.” (Q. 743 de O livro
dos espíritos, de Allan Kardec.)
A destruição
e a violência não se manifestam somente de forma física e ostensiva. Mais
terríveis e perigosas elas são quando se manifestam de forma sutil e
disfarçada, provocando o arrasamento e a degradação do meio ambiente.
Atualmente
temos a grande contribuição da Ecologia que une diversos ramos da Ciência para
encontrar as possíveis soluções.
É de se observar que face ao avanço
dessa destruição e degradação do meio ambiente as Nações mais avançadas, no
mundo, já revelam a extrema preocupação nos Encontros e Seminários
internacionais.
Referência bibliográfica:
1. O
livro dos espíritos, de Allan Kardec. Ed.
FEB
2. Espiritismo
e Política: contribuições para a evolução do ser e da sociedade. Aylton Paiva,
Ed. FEB.
Aylton
Paiva – paiva.aylton@terra.com.br
“É lei da Natureza o instinto de conservação?
- Sem dúvida. Todos os seres vivos a possuem, qualquer
que seja o grau de inteligência. Nuns, é puramente maquinal, raciocinada em
outros. “O Livro dos Espíritos, Questão nº 702.
“O uso dos bens da Terra é um direito de todos os homens?
- Esse direito é consequente da necessidade de viver.
Deus não imporia um dever sem dar ao homem o meio de cumpri-lo”. O Livro dos
Espíritos Questão 711)
A
Terra produz de modo a proporcionar o necessário aos que a habitam, visto que
só o necessário é útil. O supérfluo nunca o é, conforme encontramos na questão
704 da obra acima citada.
O
ser humano ainda não aprendeu a retirar do solo apenas o que lhe é necessário.
Sua ganância, traduzida pelo desejo de lucro fácil, leva-o a dilapidar o
patrimônio do qual o Senhor da Vida permitiu-lhe o usufruto. Destrói sem
preocupações florestas imensas, polui as fontes, rios e mares. Isso em nome do
progresso que, em verdade, mascara os próprios interesses acima do bem-estar da
própria humanidade.
Muitas
vezes ele torna a terra árida e estéril em virtude de sua imperícia e da
exigência do máximo de produção para satisfazer seu apetite econômico.
Com relação aos meios de subsistência,
observou Allan Kardec que a muitas pessoas falta o indispensável, embora
estejam cercadas pela abundância. Qual seria a causa? O Espiritismo indica
claramente tratar-se do egoísmo do ser humano que não faz o que lhe cumpre no
campo da justiça econômica e social.
A
outros, não muitos, faltam os meios de subsistência por sua própria incúria e
previdência.
Embora
a abundância no celeiro planetário, falta o necessário à massa humana dos
marginalizados, na sociedade. Nela encontramos a carência, a doença, a falta de
habitação, a escassez de vestuário, a ausência de instrução, a falta de
trabalho e mesmo o trabalho sub humano. Essa multidão contrasta com a minoria
que detém o poder econômico, que vivem nababescamente. Essa a situação é
terrível em parte do planeta, chamado Terceiro Mundo. Também o Brasil apresenta
esse aspecto da injustiça social e econômica na periferia dos grandes centros
urbanos e nas regiões menos desenvolvidas do país.
Esclarece
o Espiritismo que para todos há um lugar ao sol, mas com a condição de que cada
um ocupe o seu lugar e não o dos outros (Veja a questão 717, comentário)
A
Natureza não pode ser responsável pelos defeitos da organização social,
nem efeitos da ambição e do egoísmo. O uso dos bens da terra é um direito de
todos. ( O Livro dos Espíritos, questão nº 711).
Para
o Espiritismo, a civilização desenvolve a moral e consequentemente o sentimento
da caridade que induz as pessoas a se prestarem apoio recíproco. Aqueles que
vivem à custa das privações dos outros exploram para si os recursos da civilização, de civilizados
tem apenas a aparência, da mesma forma que mutas pessoas de religião só tem o
exterior.
Destarte,
a lei de conservação induz o ser humano à fraternidade, ao amparo mutuo, bem
como à preservação da Natureza que é o alicerce da vida neste planeta
maravilhoso.
Referência bibliográfica:
1.
O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, Ed. FEB,
3ª Parte – Das leis morais, cap. IV – Da lei de conservação.
2.
Espiritismo e Política – Contribuições para a
evolução do ser e da sociedade. Aylton Paiva – Ed. FEB – Cap. 5